O amor e o medo

O amor e o medo

“ A brisa do amanhecer tem segredos para lhe contar.
Não volte a dormir.
Você tem que verificar o que realmente quer.
Não volte a dormir.
As pessoas vão e voltam pelo Umbral
Onde os dois mundos se tocam.
A porta está totalmente aberta.
Não volte a dormir. “

(Jelaluddin Rumi – séc XIII)

No universo das relações amorosas, só existem duas vibrações, duas verdades, duas energias que se movimentam e movimentam todas as coisas: o amor e o medo. Ou se está em uma ou se está em outra vibração.

O medo aprisiona , paralisa, põe em alerta, contra a um perigo eminente, contra maus espíritos, contra alguém ou alguma coisa que nem se sabe o que é, mas que está pronta, preste a destruir.

O medo nos incute um sentido de persecutoriedade que nos coloca em franco estado de paranóia . Ele age através da mente analítica, fazendo com que julguemos a tudo e a todos de forma cruel e negativa. O mundo então se torna assustador, um campo de crueldade suprema em que só é possível pensar em atitudes de defesa, nunca em envolvimento. O indivíduo com medo se sabota, nega a oportunidade que tem de amar e de ser amado. Ao se defrontar com uma pessoa que pode lhe proporcionar felicidade, o medo de amar nega a chance do encontro com o outro e tudo acaba antes mesmo de começar.

A capacidade de dar e receber amor está diretamente ligada a proporção de medo acumulada dentro do individuo. Quanto mais medo, menos capacidade de se abrir e atrair o amor, portanto: respire fundo, saia para a vida, arrisque-se, enfrente seus medos, fique livre de tantas dores, ditados, e regras inúteis. Acredite em você, e seja feliz. Assim você atrairá o amor que merece .

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