A Mente Que Cura

A Mente Que Cura
Terapeuta e Consteladora Odegine Graça - Especialista em Autoestima, Relacionamentos e Relacionamentos Amorosos
Terapeuta e Consteladora Odegine Graça

“A maioria das pessoas são tão felizes quanto suas mentes decidem ser.”

Abraham Lincoln

A nossa mente é ilimitada. Através dela criamos nossa saúde e nossas doenças. Compreender os mecanismos mentais nos leva em direção à consciência e a lucidez. Nossas crenças se estabelecem em nosso corpo, nossos pensamentos e sentimentos são capazes de alterar as nossas funções biológicas e até mesmo do ambiente a nosso redor.

Antigamente se acreditava que a mente estava contida, limitada pelo cérebro. Hoje, sabe-se que sua influência vai bem além. A visão de homem em nossos dias é de ser integrado: sentimentos, emoções, espiritualidade, neurônios e o corpo inteiro estão interligados, e esse totalmente imerso ao seu meio.

Então, a mente é considerada mais um atributo natural que não tem fim nem começo. Nesse aspecto as concepções mentais abrangem todo o universo e produzem mudanças nele. Dentro desse aspecto podemos ainda utilizar nossa imaginação para criar imagens orientadas para curar a nós mesmos e também para nos desenvolvermos como pessoa.

Sua imaginação é perfeita para direcionar a mente e promover a sua saúde.

Essa é a proposta da professora e psicóloga Helen Graham. Em seu livro “Imaginação e Saúde” ela expõe uma série de exercícios de imaginação para saúde. São exercícios de imaginação criativa dirigidos a esse propósito, e eu gostaria de compartilhar o primeiro deles com vocês. Aproveitem.

Exercício UM

Encontre um lugar tranquilo e adote uma posição confortável, sentado ou deitado.

Feche os olhos, ou concentre o olhar num ponto fixo ou num objeto qualquer. Agora, imagine um lugar onde você realmente possa ser você mesmo, na medida em que isso for possível. Imagine que está nesse lugar.

Conscientize-se de todos os aspectos visuais, dos sons, dos cheiros e das sensações que experimentar, anotando-os com todos os pormenores que conseguir. Repare em como você se sente e quaisquer detalhes do seu eu real que possam lhe parecer particularmente significativos ou estranhos.

Usufrua dessa experiência da maneira mais completa possível.

Conscientiza-se também de qualquer dificuldade que possa encontrar para se imaginar nesse lugar, bem como de quaisquer pensamentos, sentimentos, lembranças ou sensações que possam surgir e desviar a atenção.

Não se entregue de todo a eles, tão pouco tente reprimi-los. Simplesmente tome consciência deles e deixe que passem.

Pergunte a si mesmo o que existe nessa situação que faz com que você seja real; e também o que o impede, na sua vida do dia a dia, de ser real.

Depois de ter respondido a essas perguntas, volte aos poucos à consciência normal. Em seguida, prepare um relatório verbal ou escrito da sua experiência, sempre na primeira pessoa do presente do indicativo, incluindo todas as características das imagens e as suas respostas às perguntas com a maior quantidade possível de pormenores.

Dê mais esse passo no seu caminho de autoconhecimento.

Fique bem e se cuide.

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